Por Que Eu Não Posso Mais Abraçar A Astrologia Védica

Um Deus de Destrução?!

Depois que descobri essa informação reveladora, não consegui mais abraçar a astrologia védica, pois ela é 100% baseada no hinduísmo, que ensina e acredita em entidades cujas personalidades são 100% descritivas de demônios. Um Deus verdadeiro não destruiria o universo inteiro, como Shiva, um deles, é retratado. Esta é a descrição de um demônio, não um Deus verdadeiro. Essas informações reveladoras (abaixo) explicam as raízes dessas divindades e quem elas realmente são. Portanto, tive que abandonar práticas e crenças que reforçam e promovem essas divindades cujas naturezas são destrutivas. As cobras ao redor do pescoço são mais significativas do que se imagina. Leia e decida por si mesmo se isso é algo que você ainda deseja abraçar e dar sua energia a fim de mantê-los vivos em sua realidade. Eu escolho não. Estes são, na realidade, demônios (vampiros) sugando energia dos humanos para mantê-los bem e vivos; e eu não vou mais contribuir para isso.

Qualquer religião (e isso inclui QUALQUER E TODAS) que ensina e promove um Deus ou Deuses de destruição está na realidade ensinando e promovendo seres demoníacos cuja existência depende da energia (crença, adoração, temor, etc.) humana! Ponto final!

Bem-vindo à Parte 5 da minha série “Da Rússia com Amor”, que viajou ao redor do mundo, desde sua origem original, conhecida como os originais “URs”, até os “Rus”, os arianos eslavos, pelas montanhas do Cáucaso até a terra do Arianos, conhecida como Irã.

Do Jardim do Éden na Índia, às tribos sacerdotais de Cohen na Mongólia, a ascensão do Culto da RA no Egito, as pragas abrindo caminho na Europa, a subversão das Casas [isto é, Houses of England, of Denmark, of Wessex, Normandy, etc.], a igreja cat-ólica [isto é, Cat-holic se separarmos a palavra Catholic, visto que “holic” é um derivativo da palavra inglesa “holy”, significando “santo”, portanto Cat-Holic = Santo-Gato, ou seja o culto/adoração do Gato Santo no antigo Egito], o Oriente Médio e, finalmente, chegando para cumprir seu 4º Reich [Reino], não pelos alemães, mas pelos sionistas [ou zionists em inglês, de Zion, ou Sião].

Conhecidos nos textos védicos, que [aliás] não são indianos, esses textos são dos Rus-sos [ou seja, Russos, ou como originalmente chamados, Rus, ou URs] — eles eram conhecidos como a raça sub-cinzenta —, a história continua com esta apresentação também.

Vou colocar alguns novos nomes na apresentação em torno de quem são esses Kali-Ma, o culto egípcio de RA e os israelitas, e para quem eles fazem suas ofertas. Vocês me ouviram mencionar sobre a Irmandade da Serpente e mencionei brevemente os cananeus, mas vou colocar aqui alguns novos nomes dos criadores deste plano.

A linhagem de Melquisedeque e os reptilianos pleiadianos de Nibiru, ligados a Sirius A e B, juntamente com seus clones de Zeta Greys, Alcyone e Andromedanos; todos eles usavam armas avançadas do nosso ponto de vista, mas são de origem antiga e manipulações genéticas avançadas neste mundo e em muitos outros.

Adão não foi nossa criação, mas a criação deles, juntamente com Eva e/ou Lilith [que representam a mesma entidade], foi a tentativa deles de re-semear este planeta com suas criações — à sua imagem, não à nossa imagem —, depois que eles pensaram que tinham exterminado a versão [humana] anterior com seu dilúvio deliberado e armamento ostensivo.

Colocaram Cain, Abel, Adão, Lilith, Eva, Moisés, Abraão, Noé, Javé, Jeová, Asteroth, Ísis, Seth, Hórus, Osíris, Nut, Geb, Ma’at, Sem, Tut, Nefertiti, Astara, Ishtar, Marduk, Ra, Shiva, Felinóides e vários outros, que fizeram parte da profanação e destruição da humanidade, e de nossos receptáculos especiais.

Isto tem já se estendido por muitas centenas de milhares de anos, envolvido várias guerras galácticas, destruído inúmeros planetas, sistemas solares e seres; só agora temos um entendimento disso, e uma oportunidade de reverter essas forças de trevas e seus meios setanicos [Set-ânicos], e não satânicas, conforme em Set.

A linhagem de Melquisedeque está ligada à versão cristã de Jesus — exceto que não havia Jesus intrinsecamente —, muitos mestres vieram e imitaram as mesmas palavras que eram acreditadas à Jesus, como Radomir, mas todas as evidências apontam para a seita cristã do culto de trevas nomeando sua própria divindade, e eles criaram o nome Jesus, nascido da Bíblia King James de 1611; nada antes disso seria chamado de Jesus, pois não havia letra J [antes].

Muitos não vão gostar dessa afirmação, mas há evidências substanciais para apoiá-la. Se Jesus era tão importante, por que eles mudaram o nome dele? Por que a igreja cat-ólica romana caçou e matou Maria Madalena na França, onde estava sendo protegida pelos cátaros, e um de seus filhos? Por que a mesma igreja e grupo de bandidos templários caçaram todos os cátaros de Montsegur nos anos 1200? Então, subsequentemente, o que podem ter sido os remanescentes dos cátaros, os verdadeiros templários dos anos 1300.

Especula-se que a história de Melquisedeque seja uma inserção informal na narrativa, possivelmente inserida para dar validade ao sacerdócio e aos dízimos relacionados ao Segundo Templo de Herodes, e o que eles estão dizendo é uma descrição florida de uma mentira, para adicionar à história deles.

Seu nome indica que ele pode ter adorado Zedeque, que era uma divindade cananéia adorada na Jerusalém pré-israelita. Ele era o rei de Salém e sacerdote de El Elyon (muitas vezes traduzido como “Deus Altíssimo”). Observe que disse Salém, não Jerusalém, novamente uma mudança de nome que tem sido comum ao longo desta série, então de onde veio o termo Jeru? As pessoas ficarão surpresas ao saber que Jeru é uma língua antiga, mas de que país? — de volta para onde tudo começou no Jardim do Éden e na Índia.

El Elyon é referido nas escrituras hebraicas como Javé. Melquisedeque exclamou que Deus havia escolhido presentear a Abrão um décimo da posse de Deus de toda a raça humana (composta por setenta nações, conforme descrito em Gênesis) na forma das sete nações da terra de Canaã, incluindo as cidades de Sodoma que Abrão conseguiu salvar — como você pode salvar algo de uma explosão nuclear? Então “deus” está sugerindo que algumas de suas criações são mais especiais que outras, criando hierarquia, não está? Ou na realidade eram os falsos deuses criando seu próprio domínio, como era o caso.

Essa região inteira não é mais especial do que vários outros sites em todo o mundo, exceto que ela era especial para os deuses falsos, seus portos espaciais onde, ali, portais e portões estavam por toda aquela região. Eles criaram religiões e se tornaram loucos por controle, o que tem causado muitos danos a este mundo muito além da compreensão da maioria das pessoas no planeta.

Jurou o Senhor, e não se arrependerá: “Tu és sacerdote para sempre, à maneira de Melquisedeque.” O Senhor [que disse isso] é Anu, o Rei Draco; então Anu nomeou Melquisedeque como seu sacerdote, ou Cohen, pois ambos significam o mesmo e indicativos dessa linhagem de usurpadores.

As leis de Torá exigem que o Kohen (sacerdote) seja um descendente patrilinear de um Kohen anterior; em outras palavras, seus jogos de descendência novamente. O Torá escreveu Kohen com um K, como Khan, que também significa Cohen, e todos os nomes judaicos modernos de Cohen, não é um nome, mas um título, que significa sacerdote. Como o texto afirma em relação a Melquisedeque; “e ele é um Kohen”.

Esses sumos sacerdotes causaram estragos aonde quer que fossem, até hoje na língua draconiana latina e na profissão jurídica ou de direito, o juiz não é o que você pensa; ele ou ela é uma representação de um sumo sacerdote ou sacerdotisa, daí os roupões pretos que vestem. Onde mais esses roupões são usados? A apropriadamente nomeada Casa dos Lordes no Reino Unido! As pessoas nunca perguntam por que usam roupões. Eles os usam como uma homenagem ao Senhor deles, não ao nosso, e eles são os servos do sumo sacerdote que os representam, é o motivo.

Melchi significa rei, e Zedeque (ou Sedeque soando com “z”) era um sumo sacerdote e uma divindade cananéia adorada na Jerusalém pré-israelita. Interessantemente, Jerusalém pré-israelita, sugere que não era a terra deles. Melquisedeque também é mencionado no segundo livro de Enoque — bem, é claro que seria roupões — porque Enoque era outro deles, não de nós.

Melquisedeque nasceu de uma virgem, Sofonim (ou Sopanima), esposa de Nir, irmão de Noé — e é claro que Noé também nasceu em circunstâncias suspeitas. A história de Melquisedeque em Enoch Eslavo reconta alguns paralelos com o nascimento de Noé. No texto de Corán, Lamech está preocupado com o nascimento de Noé, seu filho, pois Lamech suspeita que sua esposa Bathenosh era infiel a ele e que “a concepção era (o trabalho) dos Observadores e a gravidez dos Santos, e pertencia aos Nefilins”, na verdade, o que é chamado de semeadura.

A criança saiu de sua mãe depois que ela morreu e sentou-se na cama ao lado de seu cadáver, já fisicamente desenvolvida, vestida, circuncidada e falava e abençoava o Senhor, e é marcada com o emblema do sacerdócio, que era algo impresso em seu corpo, no peito.

Quarenta dias depois, Melquisedeque foi levado pelo arcanjo Gabriel (Miguel em alguns manuscritos) para o Jardim do Éden e, assim, foi preservado do dilúvio sem precisar estar na Arca de Noé, o que também sugere que o Jardim do Éden era um portal de entrada.

Os Manuscritos de Corán também indicam que Melquisedeque foi usado como um nome do Arcanjo Miguel, interpretado como um sacerdote celestial; Miguel, como Melqui-zedeque, contrasta com Belial, que recebe o nome de Melqui-resha, que significa “rei da maldade”, o que se encaixa bem, não é?

Esse EMBLEMA DO SACERDÓCIO que ele carregava no peito o tornou tão único que ele foi imediatamente reconhecido como em parte divino, e que automaticamente o qualificou para o sacerdócio, era não outro senão a MARCA DO NEFILIM, que provavelmente parecia um pedaço de pele escamosa, como em réptil.

Este sinal de divindade, um pedaço de pele escamosa, também é mencionado nos clássicos hindus. Você percebe que eles estão falando de répteis nesses escritos, não percebe? Há uma música mais adiante neste programa com uma frase que diz que “sou guiada por esta marca de nascença na minha pele,” e é indicativa. No MAHABHARATA, um dos semideuses, KARNA, nasceu do deus sol, SURYA, e uma mãe da Terra; como tal, ele nasceu “vestido com uma armadura”, como um ser divino, e a armadura era pele escamosa, de réptil.

Assim como o deus sol hindu (Surya) era o pai de Karna, o mesmo pode ter acontecido com Melquisedeque, que também era chamado Adonizedeque, que significa “Meu Senhor é Zedek”; Zedek também era o nome hebraico do deus do sol romano Júpiter (que é Zeus).

Noé provavelmente também carregava a “marca dos Nefilins”; é claro que ele carregava, pois todos nos livros bíblicos eram em parte ou inteiramente répteis, e é isso que venho dizendo às pessoas que irão ouvir: a Bíblia é o livro e a história deles, não o livro ou história dos humanos. Assim como todas as tabuletas de Esmeralda, “Emerald Tablets”, é toda a história deles e o porquê a classe sacerdotal dos dias modernos, a igreja cat-ólica, as vedam quando são encontradas.

A tradição do sacerdócio de Melquisedeque é inteiramente removida do Antigo Testamento e, em vez disso, é investida em Arão, irmão de Moisés, que mais tarde será substituído pela tribo de Levi, ou levitas; estes são seus isRAelites modernos, ou hivites.

No entanto, o Sacerdócio de Melquisedeque foi mantido vivo pelos mórmons que deram a essa tradição precedência sobre todos os outros sacerdotes nas escrituras. Parte dos ensinamentos da igreja Mórma é a classe do Sacerdócio Aarônico; portanto Arão substituiu a linhagem de Melquisedeque. Ouvimos o mesmo roteiro novamente, “nascido de uma virgem”. As pessoas não perguntam por que não vemos na vida real crianças nascidas de virgens? Agora temos a tecnologia reintroduzida chamada de bebês de proveta, mas convenhamos, por que todos os bebês de proveta não se transformaram em messias ou deuses?

Então a criança sai completamente formada, completamente vestida do ventre de sua mãe e totalmente circuncidada. Meu Deus, a mãe morta dessa criança deve ter sido muito inteligente para fazer isso! Uau, como que é isso? Bebês nascendo totalmente formados, circuncidados e vestidos, proclamando o Senhor, com a pele escamosa! Alguém já viu isso acontecer na vida real? É pura loucura, e bilhões seguem esta narrativa, sem nenhum pensamento crítico, e ainda têm a audácia de nos acusar de sermos teóricos da conspiração e/ou ateus? Está completamente além de toda compreensão sã e racional, e no minuto em que você aponta essas coisas, essas pessoas traçam narrativas ainda mais irracionais, tais quais que “você está levando isso muito literalmente, e que são alegorias”. Ok, tudo bem, mas então porque há bilhões de pessoas seguindo um livro de alegoria que não é literal, pois, se não é literal, não é verdade, certo?

Elas basicamente admitem que não é a verdade completa, e depois a defendem ao máximo. Que dicotomia é essa que está completamente perdida nestas pessoas que seguem cegamente esse programa, pois é um programa. Bem, na verdade, foi um experimento, se a verdade for dita, de “até que ponto podemos enganar os humanos em acreditar que somos seus deuses”; um programa que não serve a ninguém, muito menos a eles próprios.

Ele também foi levado ao Jardim do Éden para escapar do dilúvio — humm, como eles e Noah sabiam que haveria um dilúvio? Sabiam porque o seu time escamoso o planejou para uma fazerem uma redefinição da humanidade e, em seguida, substituí-la por suas criações genéticas, o Adão e a Eva deles, que são seres humanos geneticamente modificados, exceto sob a pele, não eram humanos e ainda não são.

Adão e Eva, que não foi a primeira esposa, foi Lilith, foram criados pelos grupos Draco e Annunaki, como eu venho dizendo ao longo do tempo. A Bíblia pronuncia para comprar boi, em outras palavras, comprar suas histórias para boi dormir, pois não é a nossa história, mas é a história deles, com seus nomes, lugares e vidas.

Adamu, que era o nome original na Suméria, significava trabalhador escravo. Adamu também é dado ao homem primogênito da Etiópia — nenhuma surpresa aí. Essa foi a origem do quarto e último Jardim do Éden, depois de outro êxodo hebraico para aquele país, e por que esse país até hoje é administrado em grande parte por grupos judaicos, e também foi em um ponto a localização da Arca da Aliança, que foi removido do sarcófago para fora da pirâmide.

Ele foi levado por arcanjos e mestres ascensos — olha aí, outra descrição de seu povo, não o nosso. Mestres Ascensos são aqueles que residem exatamente aqui e não fora daqui, portanto, os seus Miguéis, Gabriéis, Uriéis, Ariéis, Rafaéis, Joéis não eram seus mestres ou anjos ascendidos, e são todos impostores falsos.

Observe, como Ezequiel, todos eles terminam em “El”. El significa deus – porque as pessoas não perguntam quantos deuses existiam, quando a maioria das religiões é monoteísta, mas não perguntam quem são os outros? A resposta é que todos eles eram deuses deles, não nossos.

Então, o que é um deus ou um mestre ascendido? Nenhum deles é deus em termos bíblicos ou modernos, para começar, pois ambos [divindade e ascensão) são alcançados por um acúmulo de crescimento da alma. Se você alcançar os sete planos de crescimento da alma na Terra, ou em qualquer outro planeta, você se tornará um mestre ascendido. O verdadeiro significado de Deus é uma pessoa ou ser de crescimento mais elevado da alma.

O problema com esses seres é que eles não realizariam seu próprio trabalho, seu trabalho interior que leva a uma progressão mais elevada da alma. Eles apenas se contentaram em trapacear e brincar com a genética, em pegar carona no nosso desenvolvimento, assustadoramente semelhante às pessoas modernas — não é? [Quantas pessoas vemos pegando carona no sucesso de outros?!] Talvez isso seja uma coincidência, ou talvez seja um indicativo. Esses usurpadores são maníacos egoístas, retratando-se como deuses ou mais prováveis mestres descensos, que se recusaram a fazer seu próprio trabalho de crescimento da alma e colhem dos outros que tinham e têm. Eles estavam sob contrato e alinhados com os seres do mundo dos espíritos das trevas, garantindo que a humanidade fosse repetidamente enredada em um laço e armadilha de reciclagem de sua fabricação, para que não pudéssemos nos tornar mestres ascensos por direito próprio e terminar em serviço e escravos, para apenas eles. A maioria dos humanos neste planeta é dominada pelas forças das trevas do mundo espiritual contratadas pelos reptilianos de Draco e seus variados subordinados, através de invasões ou posses de corpos, incapazes de ter um crescimento real da alma, tornados infantis e, em termos reais, retardados.

Para aqueles que seguem religião, a grande questão é: por que seu deus permitiu tudo isso? Por que seu deus promove aqueles que matam, sacrificam e causam morte e destruição com total impunidade, como afirmado no Talmude? Onde está a ajuda do seu deus para o resto de nós que não é hebreu? Deus realmente ajudou o povo judeu? Ele, ou ela, não ajudou, e por quê? Porque não era e nunca foi nosso deus, ou para usar o termo correto: Fonte. A Fonte de tudo o que já existiu, não é e nunca foi um “ele”, não é e nunca esteve na forma física como um ser separado para você. Tem sempre estado dentro de todos nós; somos todos uma centelha do Criador, e se não fosse por esses discípulos do mal e por seus comparsas hebraicos e annunakis, todos neste planeta já saberiam desses fatos.

É de longe a coisa mais destrutiva já vista neste planeta, operando originalmente via uma infinidade de igrejas e expandindo-se para as Casas, linhagens e sociedades secretas ou outras, uma organização cheia de corrupção, fraude, pederastia, abuso infantil, colheita de energia e almas, cheias de morte, guerra, pragas e gigantescas mentiras, entidades sombrias escondidas sob pele humana, apresentadas como humanas devido à nossa visão geneticamente alterada que limita a visão da maioria das pessoas, mas não todas, pois alguns de nós ainda podemos ver no espectro mais amplo, para grande desgosto deles.

Thomas Williams

Ouça a Completa Informação (em inglês)

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